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Achintya

Porque há coisas que não se explicam, sentem-se intensamente

Porque há coisas que não se explicam, sentem-se intensamente

Achintya

21
Fev19

... a querida do avô!

kamini

A idade já lhe pesa...muito! Não sai de casa. Tem medo de cair. Dá pequenos passos...de bebé!

Nota-se a dificuldade em manter uma conversa, falamos de alhos e responde em bugalhos! Orgulhoso, não assume a dificuldade em ouvir...

Eu continuo a ouvi-lo, muda de assunto, fala cada vez mais do passado. Recordamos histórias vividas, com uma saudade imensa! 

O meu querido avô, está hoje de parabéns! 

Guardarei sempre no meu coração, o amor e carinho com que diz " ...a querida do avô!" 

Fui, sou e serei sempre a tua querida. Assim como tu foste, és e serás sempre o meu querido avô!

Parabéns, meu querido Avô!  Que passes um dia muito feliz!

23
Nov18

Fica comigo...

kamini

Estava a adormecer a pequena. Aquela mãozinha linda...a agarrar-me. A dizer-me para ficar!

Fez-me recordar...quando eu não queria dormir a sesta. Acabava por ceder, com a condição da minha avózinha ficar comigo. 

Ficas comigo avó. Mas não vais embora. Está bem? 

Agarrava-me a ela, que nem um carrapato! Até o sono levar a melhor.

Obrigada querida avó! Por toda a paciência...por tanto amor! Por, apesar de já cá não estares, me encheres os dias de tão boas recordações!

15
Dez17

Palavras Cruzadas // Acordava a gritar "MMãããeeee"....!!!!!!

kamini

Acordava a gritar "MMãããeeee"

 

 

  

 

Acordei várias noites a gritar pela minha mãe...

Este pesadelo repetitivo, acompanhou-me durante a minha juventude, terminava sempre no momento em que gritava a plenos pulmões pela minha mãe. A minha mãe acordava com os meus gritos e vinha ao meu encontro. Tive sempre dificuldade em lembrar-me de todo o pesadelo. Recordo apenas a  minha imagem a correr. Corria sobre uma estrutura metálica de vários andares, do meu lado esquerdo, em baixo, estava algo prestes a explodir (hoje associo a algo parecido com uma central termoelétrica). Eu, estava em pânico, corria cada vez mais depressa. Nunca percebi se fugia ou corria em direção à minha mãe! Sei apenas que no exato momento em que chamava por ela...o pesadelo acabava! Eram imagens pouco comuns naquele tempo, difíceis de entender e até de explicar.

Estava longe de imaginar que este "Pesadelo" um dia nos salvaria a vida...

Certa noite, acordei a gritar pela minha mãe mas...ela não chegou perto de mim! Havia algo diferente, eu acordei com a cabeça a latejar. Ouvi um estrondo, corri em direção ao quarto dos meus pais e percebi que a minha mãe tinha desmaiado, mal se levantou. Gritei para acordar o meu pai...a minha irmã acordou assustada e vomitou... O meu pai disse-me para abrir as janelas e a porta, a minha mãe lá voltou a si... Lentamente a casa libertou os gases acumulados, devido a uma fuga na exaustão do esquentador, durante os nossos banhos (antes de deitar). Os enjoos e dores de cabeça, duraram dias, mas continuámos cá!

Agradeço pelo "Pesadelo" que, curiosamente, não me recordo de voltar a ter!

 

Este é um post para a  rubrica Palavras Cruzadas, iniciativa da  Rita da Nova  com o P.A

 

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